A pé?
A pressa
Apressado.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Noite alta
Pediu pra que ela contasse
Um.
Não conseguia passar dali
O tesão corroía o seu corpo
Dois. Ela com
as pernas abertas
Três. Ele com
a cabeça entre elas
Ela gemendo de prazer
Qua-tr-o. Gozou
Um.
Não conseguia passar dali
O tesão corroía o seu corpo
Dois. Ela com
as pernas abertas
Três. Ele com
a cabeça entre elas
Ela gemendo de prazer
Qua-tr-o. Gozou
domingo, 24 de agosto de 2014
Madrugada
Bebeu uma cerveja e logo veio a vontade de fumar um cigarro. Não sabia porque, mas aquilo caía bem. Não achava o gosto atraente, mas a postura adquirida enquanto fumava era reconfortante. Autoridade, potência, plenitude, segurança. Sentiu tudo isso em uma só tragada. Queria mais. Não demorou muito e o seu pulmão reclamou. Tossiu.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
E de repente sobe ao peito uma alegria intensa. Ela não tem explicação e quem a sente não procurar saber de onde veio. E aquilo vai passando por suas veias, artérias, ossos, cartilagens e logo ocupa todo o corpo, sendo impossível se controlar, tendo que se remexer para contê-la. E aliviado respira: está vivo.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Amizade
Por muito tempo andei sozinho
Mas agora encontrei uma estadia
Lugar tranquilo
É como se fosse certeiro
Como que estou seguro aqui
Encontrar uma morada
Ou uma pousada
Ou seja lá o que for
O importante é que aqui eu me sento seguro
E a incerteza e insegurança não podem me invadir.
Mas agora encontrei uma estadia
Lugar tranquilo
É como se fosse certeiro
Como que estou seguro aqui
Encontrar uma morada
Ou uma pousada
Ou seja lá o que for
O importante é que aqui eu me sento seguro
E a incerteza e insegurança não podem me invadir.
Minha calma atrapalha a continuação
A tranquilidade me faz parar
Preso ao tempo
Preso às circunstâncias
A atitude que faz falta
A falta de atitude que cansa
O esperar e não receber nada
A insegurança que barra
Não há ação,
Mas há pensamento
Não há tato,
Mas há imaginação
Porém, nesse caso, tanta reflexão não serve de nada.
A tranquilidade me faz parar
Preso ao tempo
Preso às circunstâncias
A atitude que faz falta
A falta de atitude que cansa
O esperar e não receber nada
A insegurança que barra
Não há ação,
Mas há pensamento
Não há tato,
Mas há imaginação
Porém, nesse caso, tanta reflexão não serve de nada.
Quem escreve não sou eu
Quem escreve não sou eu. Sou eu e não sou eu. A mão que segura a caneta é minha, das palavras não tenho certeza. O papel é meu, mas quem escreve não sou eu. No momento que escrevo, tenho mais certeza que quem escreve não sou eu. Sou eu e não sou eu. Quem escreve não sou eu.
Assinar:
Comentários (Atom)